- Vejo com tristeza, pela grandeza do clube, do torcedor, pela história riquíssima que o Palmeiras tem. É a segunda vez que isso acontecesse e, para quem jogou em um Palmeiras forte como é o meu caso, ver o time nesta situação entristece bastante. Mas isso pode significar uma reformulação a partir do ano que vem - apostou o jogador de 35 anos, em entrevista à rádio Estadão/Espn.
O meia também deu dicas para o Palmeiras sair da difícil situação. Além dos problemas em campo, o Verdão vive um momento turbulento nos bastidores, com dificuldade para trazer reforços e disputa política - a eleição presidencial será em janeiro.
- Existe um trabalho invisível que muitas vezes passa despercebido, mas quem está dentro do clube sabe. Cada pessoa tem uma participação grande quando ganha e o mesmo vale no fracasso, desde diretoria, comissão técnica, jogadores... Mas não adianta agora apontar culpados. O mais importante agora é detectar os problemas, os motivos que fizeram o Palmeiras ficar nessa situação e depois trabalhar de uma maneira diferente, para que o clube melhore e faça uma boa Libertadores - finalizou.
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