Mas a história de sucesso do meia não satisfaz o técnico Gilson Kleina, que se mostra bastante preocupado com o estado físico do jogador, de 34 anos.
- Ele precisa passar por um processo para que seja analisado clínica e fisicamente. Se chegar, não podem achar que já vem à disposição para jogar. É um grande jogador, estão todos o esperando de braços abertos, mas é preciso saber suas condições - ressaltou o treinador.
Riquelme não disputa uma partida oficial desde o dia 4 de julho, quando defendeu o Boca na decisão da Taça Libertadores da América, contra o Corinthians, que acabou ficando com o título. Desde então, se desentendeu com a diretoria e com o então técnico da equipe argentina, Julio Cesar Falcioni, e teve seu contrato suspenso.
O treinador coloca o possível reforço na mesma situação de Valdivia: jogadores que precisarão de cuidados especiais para estarem constantemente em campo.
- Ninguém aqui discute o potencial do Riquelme. Ele tem uma capacidade técnica incontestável. Dentro de sua história, sempre esteve em alto nível por grandes equipes, e sempre correspondeu porque conquistou. E para servir à seleção argentina, é necessário ter muita qualidade, principalmente para a camisa 10 que ele usou. Mas é como o Valdivia: é preciso que sejam feitos análises físicas e fisiológicas para sabermos qual a melhor maneira de usá-los - explicou.
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